Veja que Nilmar está impedido no momento que o goleiro defende a cabeçada de Marcão. Neste momento o atacante colorado desvia a bola, beneficiando-se da posiçao irregular. O toque de Nilmar desvia a trajetória da bola, tirando a possibilidade do zagueiro gremista afastá-la da área, facilitando as coisas para o zagueiro Índio, que vinha mais atrás.
]]>Vejam, abaixo, a estatística de faltas cometidas:
1. Inter: 708
2. Náutico: 702
3. Atlético-PR: 687
4. Juventude: 684
5. Paraná: 683
6. São Paulo: 680
7. Corinthians: 674
8. Figueirense: 672
9. América-RN: 668
10. Atlético-MG: 660
11. Palmeiras: 648
12. Grêmio: 645
13. Sport: 644
14. Vasco*: 621
15. Cruzeiro: 595
16. Goiás: 593
17. Botafogo: 588
18. Flamengo*: 562
19. Fluminense: 551
20. Santos: 548
Respondendo a um colorado, que a alguns meses atrás, fez um “manifesto” contra a violência do Grêmio e as conquistas da década de 90, que segundo ele “se deram em um clima de guerra armado pelo time do Grêmio (PS.: em especial contra o Palmeiras)”. Vou responder com alguns dados reais e não apenas com a emoção.
Lembro que no famoso jogo Grêmio 5 x 0 Palmeiras, o primeiro jogador a ser expulso de campo foi o craque Rivaldo por ter pisado com as duas travas de suas chuteiras de forma intencional no jogador gremista. O segundo a ser expulso foi o palmeirense Valber depois ter atingido o gremista Dinho, que acabou perdendo a cabeça e partiu para o revide (um ato condenável). Depois da confusão iniciada por Valber a situação ficou fora de controle. Ambos se agrediram fora de campo e ainda teve o Danrlei correndo para entrar na confusão (por essas e por outras sua carreira não teve tanto sucesso, principalmente na Seleção, na qual era titular na época).
Saldo da partida: 2 expulsões do Palmeiras e 1 do Grêmio (que revidou, não começou nenhum confusão).
Não há como negar que houve momentos em que o time do Grêmio partiu para a violência. Mas sempre que isso aconteceu, as conseqüências para o time foram ruins.
Em 1995, Felipão agrediu o Luxemburgo no Olímpico durante Grêmio x Flamengo.
O Grêmio passou para a final, mas acabou derrotado para o Corinthians em pleno Olímpico e Felipão punido.
Caso mais recente foi a provocação palmeirense, na qual o Grêmio caiu feito um pato e acabou tendo Gavilan suspenso por 120 dias, vários jogadores com cartão e ainda acabou perdendo o jogo.
O fato é que a violência está presente no futebol, infelizmente. Mas os adversário gremistas fazem todo o esforço para colar no time do Grêmio o rótulo de “time violento”. O que é UMA GRANDE MENTIRA que pode ser negada pelos números e fatos, alguns deles expostos acima, e cuja origem é unicamente explicada pelo trauma daqueles times que fracassaram e viram o Grêmio triunfar. Este rótulo foi criado e é sempre reforçado pela imprensa do RJ/SP a cada novo triunfo gremista em cima dos seus “queridinhos”.
Vejam o caso do radialista Jonas Greb de Santos. Todo mundo lembra muito bem de todas as insanidades que aquele demente promoveu contra o time do Grêmio. Alguém poderia me dizer se alguma dia gremistas e gaúchos tiveram alguma atitude parecida com ela??? Só para ficar num caso recente.
Me espanta alguém ter a coragem de afirmar seriamente que as conquistas gremistas foram por causa de sua violência. Isso é muita burrice. Como já disse acima, sempre que o Grêmio caiu na burrice de partir para a violência, acabou se dando mal (e com justiça). No mais, sempre foi um time de raça e pegada, que venceu dentro do campo e que é perseguido pela imprensa e pelo choro dos perdedores.
Ganhar jogos ou campeonatos de forma irregular, ou usando de algum expediente desonesto ou de violência, pode até funcionar em determinadas ocasiões, em determinadas circunstâncias, mas é algo que não se mantém a longo prazo.
Não tem como enganar todo mundo, o tempo todo. O golpe só serve para aquela hora. Se o time continuar usando daquilo, logo será descoberto. Se insistir na trapaça, acabará sendo punido. Existe um mundo inteiro de olho, a imprensa livre e, para aqueles que acreditam, os efeitos das leis de ação e reação do universo, que punirão o malfeitor. Já disseram que o crime não compensa. E é verdade.
Veja o Corinthians/MSI: eles conseguiram produzir, de forma desonesta, aquele time de 2005, e forjar aquela campeonato na marra. Mas foi só. Era flagrante demais todo o esquema e logo em seguida o time entrou em franca decadência, os dirigentes investigados e o título de campeão totalmente desmoralisado. Este foi o julgamento que o próprio universo se encarregou de dar ao Corinthians aquilo que ele merecia.
O Inter da Copa do Brasil 92, que não merecia o título, pois foi ajudado pelo juiz que inventou o penalti. No ano seguinte, por não merecer estar ali, acabou PERDENDO TODOS OS JOGOS da Libertadores.
Então, se o Grêmio tivesse conquistado seus títulos na base da violência, talvez tivesse conseguido isso em algumas ocasiões, mas não teria como conseguir este feito em todos os campeonatos que venceu. Ao contrário, por causa de sua conduta correta e o bom futebol, teve uma incrível sequencia de títulos e bons resultados, fruto de trabalho apenas, que duraram anos e não apenas uma ou outra temporada (94 a 2001 é um período bem extenso e de muitas conquistas)
A própria decadência do Grêmio em 2003/2004 é fruto de uma parceria suspeita firmada entre o clube e a multinacional ISL, que endividou o time e o levou para o segunda divisão.
Quem se mete em coisas desonestas, acaba pagando o preço.
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Os japoneses prepararam um ônibus azul.
Até os japas tão ligados que o time de fama internacional de Porto Alegre é Grêmio.
Eles não se sabiam que era um time chamado Internacional.
Pensaram que era o time da fama internacional. E bota internacional nisso: do Japão aos Alfitos, o mundo todo conhece o Imortal.
Duvida?
Acha que a foto acima é uma montagem da “mafia azul dos meios de comunicação”?
Então, Clique aqui.
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